
13 de mai. de 2009
11 de mai. de 2009
SONETO DO MAIOR AMOR
Maior amor nem mais estranho existe
Que o meu, que não sossega a coisa amada
E quando a sente alegre, fica triste
E se a vê descontente, dá risada.
E que só fica em paz se lhe resiste
O amado coração, e que se agrada
Mais da eterna aventura em que persiste
Que de uma vida mal-aventurada.
Louco amor meu, que quando toca, fere
E quando fere vibra, mas prefere
Ferir a fenecer – e vive a esmo
Fiel à sua lei de cada instante
Desassombrado, doido, delirante
Numa paixão de tudo e de si mesmo.
Vinícius de Moraes - Oxford, 1938
Que o meu, que não sossega a coisa amada
E quando a sente alegre, fica triste
E se a vê descontente, dá risada.
E que só fica em paz se lhe resiste
O amado coração, e que se agrada
Mais da eterna aventura em que persiste
Que de uma vida mal-aventurada.
Louco amor meu, que quando toca, fere
E quando fere vibra, mas prefere
Ferir a fenecer – e vive a esmo
Fiel à sua lei de cada instante
Desassombrado, doido, delirante
Numa paixão de tudo e de si mesmo.
Vinícius de Moraes - Oxford, 1938
10 de mai. de 2009
MOTHER'S DAY
Hoje é dia das mães. Pelo menos é o dia comercial e o dia que as pessoas param pra lembrar das suas.
A minha veio passar o final de semana comigo. Tínhamos vários planos e muitas coisas pra fazer no sábado e domingo, porém no sábado a noite, quando estávamos em família reunidos pra sair pra jantar e comemorar os 33 anos de casamentos dos meus pais, um tio (irmão do meu pai) ligou.
Quando ele ligou, eu já pensei: "Ih, aconteceu alguma coisa!". Não que ele nunca ligue pro meu pai, mas na véspera de uma data comemorativa e num sábado a noite, alguma coisa tinha...
E teve.
A notícia de que um primo havia morrido.
Triste. Ele tinha a minha idade. Não éramos mais próximos a muito tempo. Mas as lembranças da infância rodavam como um filme antigo na minha memória. Passamos muito tempo juntos na infância. É uma pena que meus pais não tem o hábito de fotografar nem de filmar as coisas, porque a memória as vezes falha.
Nossos pais eram muito amigos. Eles sim cresceram juntos e o amor e a amizade que têm um pelo outro fez com que nós desfizessemos nossos planos de final de semana pra ir à Joinville abraçar e tentar confortar esses pais que tiveram que dar adeus a seu filho.
Foi muito triste ouvir uma mãe dizer: "Não fecha esse caixão agora, eu quero olhar mais um pouco porque vai ser a última vez que eu vou ver o meu filho".
Foi muito triste.
Voltamos pra Florianópolis pros meus pais me deixarem em casa e seguirem mais 200km até Criciúma.
Quando eles saíram eu abracei os dois e falei o quanto eu os amava e o quanto eles são importantes para mim.
Vale a pena sempre lembrar, antes que seja tarde.
A minha veio passar o final de semana comigo. Tínhamos vários planos e muitas coisas pra fazer no sábado e domingo, porém no sábado a noite, quando estávamos em família reunidos pra sair pra jantar e comemorar os 33 anos de casamentos dos meus pais, um tio (irmão do meu pai) ligou.
Quando ele ligou, eu já pensei: "Ih, aconteceu alguma coisa!". Não que ele nunca ligue pro meu pai, mas na véspera de uma data comemorativa e num sábado a noite, alguma coisa tinha...
E teve.
A notícia de que um primo havia morrido.
Triste. Ele tinha a minha idade. Não éramos mais próximos a muito tempo. Mas as lembranças da infância rodavam como um filme antigo na minha memória. Passamos muito tempo juntos na infância. É uma pena que meus pais não tem o hábito de fotografar nem de filmar as coisas, porque a memória as vezes falha.
Nossos pais eram muito amigos. Eles sim cresceram juntos e o amor e a amizade que têm um pelo outro fez com que nós desfizessemos nossos planos de final de semana pra ir à Joinville abraçar e tentar confortar esses pais que tiveram que dar adeus a seu filho.
Foi muito triste ouvir uma mãe dizer: "Não fecha esse caixão agora, eu quero olhar mais um pouco porque vai ser a última vez que eu vou ver o meu filho".
Foi muito triste.
Voltamos pra Florianópolis pros meus pais me deixarem em casa e seguirem mais 200km até Criciúma.
Quando eles saíram eu abracei os dois e falei o quanto eu os amava e o quanto eles são importantes para mim.
Vale a pena sempre lembrar, antes que seja tarde.
28 de abr. de 2009
27 de abr. de 2009
Música Popular Brasileira
Núvem de Lágrimas
(Chitãozinho e Xororó)
Composição: Paulinho Rezende e Paulo Debétio
Há uma nuvem de lágrimas sobre meus olhos
Dizendo pra mim que você foi embora
E que não demora meu pranto rolar!
Eu tenho feito de tudo pra me convencer
E provar que a vida é melhor sem você
Mas meu coração não se deixa enganar!
Vivo inventando paixões pra fugir da saudade
Mas depois da cama a realidade
É só sua ausência doendo demais!
Dá um vazio no peito, uma coisa ruim
O meu corpo querendo seu corpo em mim
Vou sobrevivendo num mundo sem paz!!!
Ah...Jeito triste de ter você
Longe dos olhos e dentro do meu coração!
Me ensina a te esquecer
Ou venha logo e me tire dessa solidão!
Dúvida que seja MPB? Quem não sabe cantar?
Tocou na balada sábado (Rocket) e TODO MUNDO CANTOU! e olha que não era as baladas sertanejas da vida, ein!
(Chitãozinho e Xororó)
Composição: Paulinho Rezende e Paulo Debétio
Há uma nuvem de lágrimas sobre meus olhos
Dizendo pra mim que você foi embora
E que não demora meu pranto rolar!
Eu tenho feito de tudo pra me convencer
E provar que a vida é melhor sem você
Mas meu coração não se deixa enganar!
Vivo inventando paixões pra fugir da saudade
Mas depois da cama a realidade
É só sua ausência doendo demais!
Dá um vazio no peito, uma coisa ruim
O meu corpo querendo seu corpo em mim
Vou sobrevivendo num mundo sem paz!!!
Ah...Jeito triste de ter você
Longe dos olhos e dentro do meu coração!
Me ensina a te esquecer
Ou venha logo e me tire dessa solidão!
Dúvida que seja MPB? Quem não sabe cantar?
Tocou na balada sábado (Rocket) e TODO MUNDO CANTOU! e olha que não era as baladas sertanejas da vida, ein!
22 de abr. de 2009
EU AJUDO NA CAMPANHA!
Ajude nessa campanha você também!

http://sindromederobgordon.wordpress.com/2009/04/21/microcampanha-para-a-volta-do-kit-kat/

http://sindromederobgordon.wordpress.com/2009/04/21/microcampanha-para-a-volta-do-kit-kat/
A CURIOSIDADE MATOU O RATO
Tomo um café e sento a cama, pois sofá se fez um luxo desnecessário neste momento.
Alguns canais emprestáveis, alguns textos com letras embaralhadas e a tela do computador que teima em piscar em laranja.
Os dedos doem, tremem ao teclado.
Nada do que não deveria ser observado poderia estar sob livre acesso.
Ou também a curiosidade humana, esse mal que me atinge, me colocaria nesta situação.
Algumas antigas ideias vão sendo sepultadas neste momento. Por motivos óbvios alguns pensamentos também o serão, apesar da cisma em estarem sempre tentando arrumar um cantinho para que eles possam ficar por ali. Pra sempre? Tomara que não...
Aos poucos vou me convencendo de que não vale a pena cair a tentação,
e volto aos textos e as letras que vão se desembaralhando e criando algum sentido agora.
Mais um café, é claro que eu tô afim.
Por que que a gente é assim?
Alguns canais emprestáveis, alguns textos com letras embaralhadas e a tela do computador que teima em piscar em laranja.
Os dedos doem, tremem ao teclado.
Nada do que não deveria ser observado poderia estar sob livre acesso.
Ou também a curiosidade humana, esse mal que me atinge, me colocaria nesta situação.
Algumas antigas ideias vão sendo sepultadas neste momento. Por motivos óbvios alguns pensamentos também o serão, apesar da cisma em estarem sempre tentando arrumar um cantinho para que eles possam ficar por ali. Pra sempre? Tomara que não...
Aos poucos vou me convencendo de que não vale a pena cair a tentação,
e volto aos textos e as letras que vão se desembaralhando e criando algum sentido agora.
Mais um café, é claro que eu tô afim.
Por que que a gente é assim?
15 de abr. de 2009
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